Objeto direto pleonástico

Por Vânia Maria do Nascimento Duarte

A cada momento em que estabelecemos familiaridade com os fatos linguísticos, constatamos que estes se encontram interligados entre si. Em simples palavras, é como se disséssemos que dependemos primeiramente de um para depois compreendermos o outro.

A título de ilustração, basta lembrarmo-nos da análise morfológica e da análise sintática que, tão logo, identificamos essa “sucessão de fatos”.

Partindo desse pressuposto, o artigo em evidência propõe-se a discorrer acerca de mais um fato que representa tal ocorrência – o chamado objeto direto pleonástico. Será que o adjetivo pleonástico nos remete a alguma noção anteriormente discutida?

Certamente que sim, pois tal denominação tem origem numa figura de linguagem denominada pleonasmo, cuja característica é representada pela repetição de uma ideia ou de uma função sintática, e como sabemos, se pertence a uma figura de linguagem, os recursos nela contidos é tão somente para conferir ênfase à mensagem ora proferida. Dessa forma, eis o motivo dessa repetição.

Mas afinal, tanto falamos sobre a adjetivação (pleonástico) que nos esquecemos de enfatizar algo relacionado ao objeto direto. Vamos lá, portanto:

Este, nada mais é do que o complemento de um determinado verbo, dada a sua necessidade de exigi-lo. Dessa forma, apresenta algumas peculiaridades que o faz receber denominações distintas, tais como: objeto direto preposicionado e objeto direto pleonástico – foco de nosso estudo.

Pressupostos evidenciados, chegou o momento de conhecê-lo melhor. Partamos então rumo a esse intento:

Aquelas inesquecíveis melodias, ouço-as constantemente.

Constatamos que o objeto direto da oração foi expresso no início da oração e, em seguida, foi novamente repetido por intermédio de um pronome – perfeitamente ajustável ao discurso.

Os presentes, entreguei-os à aniversariante.

Idem à afirmação elucidada anteriormente.

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