Literatura Portuguesa

Por Warley Souza

A literatura portuguesa é dividida em três eras: Medieval, Clássica e Moderna. O período medieval é marcado pelo surgimento dessa literatura, com a obra Cantiga da Ribeirinha, de Paio Soares de Taveirós (século XII), além das cantigas trovadorescas, de textos de cunho didático ou religioso, das novelas de cavalaria e das obras de autores humanistas, como Sá de Miranda (1481-1558) e Gil Vicente (1465-1536).

O período clássico compreende as obras de autores dos seguintes estilos de época: Classicismo, Barroco e Arcadismo. Já o período moderno engloba o Romantismo, o Realismo-Naturalismo, o Simbolismo, o Modernismo e a literatura contemporânea portuguesa. Além disso, a partir da colonização do Brasil, a influência da literatura portuguesa na literatura brasileira tornou-se evidente.

Leia também: Uma breve história da literatura brasileira

Origem da literatura portuguesa

Paio Soares de Taveirós e João Soares de Paiva são considerados os primeiros poetas da literatura portuguesa, surgida após a fundação de Portugal em 1140. Seguiram a eles muitos outros, os chamados “trovadores”. O Trovadorismo português teve início no século XII e entrou em decadência no século XV.

De João Soares de Paiva, resta uma cantiga de escárnio e maldizer que, segundo a base de dados do Projeto Littera:

“[...] é certamente uma das mais antigas que os cancioneiros nos transmitiram, pelo menos a mais antiga que pode ser datada, alude a um contexto histórico preciso: as lutas travadas entre o rei D. Sancho VII de Navarra e os reis de Aragão e de Castela, depois da derrota de Alarcos em 1195. Tendo em conta este contexto, a composição deverá ter sido composta, pois, nos anos finais do século XII, talvez por volta de 1196.
[...], o rei de Navarra, a partir da sua praça-forte de Tudela, aproveitaria a ausência do rei de Aragão (que poderá ser Afonso II ou Pedro II) na Provença para lhe invadir e devastar as terras, o que para o trovador português, senhor de algumas propriedades na região de fronteira entre os dois reinos, era uma atitude cobarde.”

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A seguir, a primeira estrofe dessa cantiga de João Soares de Paiva:

Ora faz host’o senhor de Navarra,
pois en Proenç’est el-rei d’Aragom;
nom lh’ham medo de pico nem de marra
Tarraçona, pero vezinhos som,
nem ham medo de lhis poer boçom
e riir-s’-am muit’em dura edarra;
mais se Deus traj’o senhor de Monçon,
bem mi cuid’eu que a cunca lhis varra.
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Em uma adaptação livre para o português atual, temos:

Agora faz isto o senhor de Navarra,
pois em Proença está o rei de Aragão;
não tem medo nem de lança nem de arma
Tarrazona, embora vizinhos são,
nem tem medo de lhes pôr boçom
e rir-se-ão muito Endurra e Darra;
mas se Deus trouxe o senhor de Monçom
bem me cuidei eu de tirar-lhes a sopa, o tacho.

No entanto, oficialmente, é defendida a teoria de que a literatura portuguesa foi inaugurada com a Cantiga da Ribeirinha, de Paio Soares de Taveirós, provavelmente escrita em 1198:

No mundo nom me sei parelh’
mentre me for como me vai,
ca já moiro por vós e ai,
mia senhor branc’e vermelha!
queredes que vos retraia
quando vos eu vi em saia?
Mao dia me levantei
que vos entom nom vi fea!

E [ai!], mia senhor, des aquelh’
dia, me foi a mi mui lai.
E vós, filha de dom Paai
Moniz, e bem vos semelha
d’haver eu por vós guarvaia?
Pois eu, mia senhor, d’alfaia
nunca de vós houve nem hei
valia d’ũa correa.
|2|

No mundo ninguém se assemelha a mim
enquanto a minha vida continuar como vai,
porque morro por vós, e ai
minha senhora de pele alva e faces rosadas,
quereis que vos descreva
quando vos eu vi sem manto
Maldito dia! me levantei
que não vos vi feia

E, minha senhora, desde aquele dia, ai
tudo me foi muito mal
e vós, filha de don Pai
Moniz, e bem vos parece
de ter eu por vós guarvaia,
pois eu, minha senhora, como mimo
de vós nunca recebi
algo, mesmo que sem valor.
|3|

Veja também: Literatura de cordel – referência de literatura característica do Nordeste

Eras da literatura portuguesa

A literatura portuguesa é dividida em três eras. A Era Medieval compreende todos os textos produzidos na Idade Média, incluindo os humanistas. A Era Clássica abrange o Classicismo, o Barroco e o Arcadismo. Já a Era Moderna inclui o Romantismo, o Realismo-Naturalismo, o Simbolismo, o Modernismo e a literatura contemporânea.

A seguir, vamos fazer um apanhado dos principais autores portugueses, situados em cada era, de acordo com a escola literária da qual fizeram parte, além de indicar uma obra de cada autor para leitura. É preciso lembrar, no entanto, que a maioria desses autores possuem outras obras além das que serão indicadas aqui.

Era Medieval

O Trovadorismo português ocorreu durante os séculos XII a XV. As cantigas trovadorescas portuguesas, de origem provençal (pois foi em Provença, no Sul da França, que nasceu o Trovadorismo europeu), estavam ainda linguisticamente associadas ao galego-português, idioma falado em Portugal e na Galiza, uma vez que a fundação de Portugal aconteceu no século XII. Assim, do galego-português originou-se a língua portuguesa, no século XIV.

São inúmeros os autores de poesia trovadoresca em Portugal. Os mais conhecidos são:  Dom Dinis (1261-1325), que reinou em Portugal de 1279 a 1325, e João Garcia de Guilhade (século XIII), possivelmente um cavaleiro a serviço de uma família de linhagem nobre.

Além das cantigas de amor, de amigo, de escárnio e de maldizer, na lírica portuguesa medieval, foram também produzidas “alvas” (cantigas que tematizam a separação dos amantes ao amanhecer), “bailadas” (temática associada à dança e a questões sentimentais relacionadas a ela) e “barcarolas” (tema de amor relacionado ao mar).

Com a decadência das cantigas trovadorescas, surgiu a poesia palaciana, no século XV. Obras desse gênero, posteriormente, foram reunidas no Cancioneiro Geral (1516), uma coletânea de textos organizada por Garcia de Resende (1470-1536). Assim, o Cancioneiro Geral é uma compilação que traz uma poesia de transição para o Classicismo, incluindo poetas humanistas, tais como:

  • Bernardim Ribeiro (1482-1552): Ontem pôs-se o sol (poema); porém, Menina e moça, novela pastoril de 1554, é sua obra mais comentada.
  • João Ruiz de Castello-Branco (século XV): Cantiga sua partindo-se (poema).
  • Sá de Miranda: introdutor da medida nova (versos decassílabos) na poesia portuguesa, além de ser o autor das comédias Vilhalpandos (1560) e Os estrangeiros (1561).
Gil Vicente foi o maior nome do teatro português da época.
Gil Vicente foi o maior nome do teatro português da época.

No teatro, o principal nome é Gil Vicente, considerado o criador do teatro português e autor de, entre outras peças, Auto da barca do inferno (1517).

Já a prosa portuguesa medieval possui as seguintes obras didáticas:

  •  Livro da montaria, de D. João I (1357-1433);
  •  Livro da ensinança de bem cavalgar toda sela (1438), de D. Duarte I (1391-1438);
  •  Leal conselheiro (1438), de D. Duarte I (1391-1438);
  •  Virtuosa benfeitoria (1418-1433), do infante D. Pedro (1392-1449);
  •  Crônica geral de Espanha de 1344, do conde Pedro Afonso (1287-1350);
  •  Crônicas breves de Santa Cruz de Coimbra: quatro crônicas do século XV editadas, pela primeira vez, pelo escritor Alexandre Herculano (1810-1877), em 1856.

E obras de cunho religioso:

  •  Bosco deleitoso (século XIV ou XV), de autor desconhecido;
  •  Horto do Esposo (século XIV ou XV), de autor desconhecido.

Durante o século XVI, as novelas de cavalaria medievais ainda estavam sendo produzidas em Portugal. Desse modo, a prosa de ficção medieval portuguesa consiste em:

  • Amadis de Gaula (1496): de Garci Rodríguez de Montalvo (1450-1504)|4|;
  • Crônica do imperador Clarimundo (1522), de João de Barros (1496-1570);
  • Memorial das proezas da segunda távola redonda (1567), de Jorge Ferreira de Vasconcelos (1515-1585);
  • Palmeirim de Inglaterra (1544), de Francisco de Morais (1500-1572).

→ Era Clássica

Luís Vaz de Camões ainda é considerado um dos mais importantes poetas da língua portuguesa.
Luís Vaz de Camões ainda é considerado um dos mais importantes poetas da língua portuguesa.

O período renascentista em Portugal compreende os séculos XVI a XVIII, com influências do Renascimento italiano, do Barroco espanhol e do Iluminismo francês. O principal nome do Classicismo português é Luís Vaz de Camões (1524-1580): além de sua poesia lírica, é autor também do poema épico Os Lusíadas (1572) e dos autos Anfitriões (1587) e El-rei Seleuco (1645).

O Barroco português, oficialmente, durou de 1580 a 1756. Devido à forte influência dos poetas espanhóis Luis de Góngora (1561-1627) e Francisco de Quevedo (1580-1645), o Barroco português é chamado também de Escola Espanhola. Seus principais autores são:

  • Francisco Rodrigues Lobo (1580-1622), pioneiro do Barroco português: A primavera (1601), novela pastoril;
  • Jerónimo Baía (1620-1688): obra compilada no Cancioneiro Fénix Renascida, como o poema “Ao menino Deus em metáfora de doce”;
  • António Barbosa Bacelar (1610-1663): poemas reunidos no Cancioneiro Fénix Renascida, como o soneto “A uma ausência”;
  • António José da Silva (1705-1739), “o Judeu”: além de dramaturgo, é atribuída a ele a autoria da novela Obras do diabinho da mão furada;
  • Gaspar Pires de Rebelo (1585-1642): Infortúnios trágicos da constante Florinda (1625);
  • Teresa Margarida da Silva e Orta (1711-1793): Aventuras de Diófanes (1752);
  • Pe. António Vieira (1608-1697): autor integrante tanto da literatura portuguesa quanto da literatura brasileira, com sua obra Os sermões (1679);
  • D. Francisco Manuel de Melo (1608-1666): Obras métricas (1665);
  • Soror Violante do Céu (1601-1693): Romance a Cristo Crucificado (1659);
  • Soror Mariana Alcoforado (1640-1723): Cartas portuguesas (1669).
Manuel Maria Barbosa du Bocage.
Manuel Maria Barbosa du Bocage.

O Neoclassicismo ou Arcadismo português ou, ainda, Arcádia Lusitana teve início em 1756 e, oficialmente, terminou em 1825. Seus principais autores são:

  • Correia Garção (1724-1772): comédia Assembleia ou Partida (1770);
  • Manuel du Bocage (1765-1805), cuja obra se caracteriza por uma transição para o Romantismo: Queixumes do pastor Elmano contra a falsidade da pastora Urselina (1791);
  • António Dinis da Cruz e Silva (1731-1799): O Hissope (1768);
  • Marquesa de Alorna (1750-1839): Ensaio sobre a indiferença em matéria de religião (1820);
  • Francisco José Freire (1719-1773), ou o Cândido Lusitano: Arte poética (1748).

→ Era Moderna

O Romantismo português foi dividido em três fases. A primeira fase (nacionalista) começou em 1825 e terminou em 1840. Os principais autores são Alexandre Herculano, autor de Eurico, o presbítero (1844), e Almeida Garret (1799-1854), cujo poema Camões (1825) iniciou o Romantismo português. Além disso, Garret foi o fundador do Teatro Nacional, com as peças Um auto de Gil Vicente (1838), O Alfageme de Santarém (1842) e Frei Luís de Sousa (1843).

Camilo Castelo Branco, autor de “Amor de perdição”, livro que até hoje serve de influência para narrativas.
Camilo Castelo Branco, autor de “Amor de perdição”, livro que até hoje serve de influência para narrativas.

A segunda fase (ultrarromântica) durou de 1840 a 1860, e seu principal nome é Camilo Castelo Branco (1825-1890), autor do famoso Amor de perdição (1862), além de Soares de Passos (1826-1860), autor de Poesias (1856). Já a terceira fase (pré-realista), iniciada em 1860 e finalizada em 1870, traz autores como Júlio Dinis (1839-1871), autor de As pupilas do Senhor Reitor (1867), e Antero de Quental (1841-1891), autor de Odes modernas (1865). Esse último é considerado, por alguns pesquisadores, um escritor realista.

Já o Realismo-Naturalismo português ocorreu de 1865 a 1900. Seus principais autores são:

  • Eça de Queirós (1845-1900): Os Maias (1888);
  • Cesário Verde (1855-1886): O livro de Cesário Verde (1901);
  • Fialho de Almeida (1857-1911): Os gatos (1889-1894);
  • Guerra Junqueiro (1850-1923): A morte de D. João (1874).

Na sequência, o Simbolismo português, iniciado em 1890 e finalizado em 1915. Seus principais autores são:

  • Eugénio de Castro (1869-1944): Interlúnio (1894);
  • Camilo Pessanha (1867-1926): Clépsidra (1920);
  • António Nobre (1867-1900): (1892).
Fernando Pessoa e seus heterônimos foram fundamentais para o Modernismo português.
Fernando Pessoa e seus heterônimos foram fundamentais para o Modernismo português.

O Modernismo português também foi dividido em fases. Assim, a geração de Orpheu, primeira fase do Modernismo português, durou de 1915 a 1927. Seus principais autores são:

  • Fernando Pessoa (1888-1935): Mensagem (1934);
  • Mário de Sá-Carneiro (1890-1926): Dispersão (1914);
  • Almada Negreiros (1893-1970): A engomadeira (1917).

O Presencismo, segunda fase do Modernismo português, aconteceu entre 1927 e 1940. Seus principais autores são:

  • José Régio (1901-1969): As encruzilhadas de Deus (1936);
  • João Gaspar Simões (1903-1987): Elói ou Romance numa cabeça (1932);
  • Branquinho da Fonseca (1905-1974): O barão (1942);
  • Miguel Torga (1907-1995): Ansiedade (1928).

Ainda como parte do Modernismo português, o Neorrealismo durou de 1939 a 1974. Seus principais autores são:

  • Soeiro Pereira Gomes (1909-1949): Esteiros (1941);
  • Ferreira de Castro (1898-1974): A selva (1930);
  • Alves Redol (1911-1969): Gaibéus (1939).

E, por fim, os principais autores da literatura contemporânea portuguesa são:

  • José Saramago (1922-2010): O evangelho segundo Jesus Cristo (1991);
  • António Lobo Antunes (1942-): Da natureza dos deuses (2015);
  • Miguel de Souza Tavares (1952-): Madrugada suja (2013);
  • Jacinto Lucas Pires (1974-): O verdadeiro ator (2011);
  • Inês Pedrosa (1962-): Os íntimos (2010).

Veja também: Semana de Arte Moderna – a ruptura da arte brasileira com a europeia

Influência da literatura portuguesa na literatura brasileira

  • Literatura colonial

O primeiro estilo de época da literatura brasileira foi o Quinhentismo, no século XVI. A principal obra desse período, relacionada à literatura de viagem, é de um português. Estamos falando da Carta de Pero Vaz de Caminha (1450-1500). Já o representante da literatura catequética, nesse período, foi o Pe. José de Anchieta (1534-1597), que, apesar de ser espanhol, foi estudar em Portugal aos 14 anos e veio para o Brasil a serviço da corte e da Igreja portuguesa.

Em seguida, no Barroco, Pe. António Vieira (1608-1697), um português, tornou-se o principal representante do conceptismo em terras brasileiras, por meio de seus sermões. Até mesmo no Arcadismo brasileiro, a presença portuguesa se fez notar, com o escritor Tomás António Gonzaga (1744-1810), autor de Marília de Dirceu (1792), um português com pai brasileiro.

  • Romantismo

Assim, até esse momento, não se podia falar em uma literatura brasileira de fato; pois, no Brasil Colônia, ainda não havia uma autonomia cultural que permitisse a definição de uma identidade, que só começou a ser forjada no Romantismo, no século XIX. Mesmo assim, essa autonomia ainda era frágil, já que os estilos de época, no Brasil do século XIX, refletiam sua matriz europeia. E era natural, por compartilhar da mesma língua, que nossa maior referência fossem os portugueses.

Assim, no século XIX, apesar do nacionalismo romântico, nossa referência literária ainda era portuguesa. Contudo, foi nesse século que, para alguns estudiosos, surgiu de fato a literatura brasileira, pois, apesar da influência portuguesa, os autores brasileiros começaram a colocar, em suas obras, elementos da cultura nacional.

A primeira fase romântica portuguesa começou em 1825, já o Romantismo no Brasil teve início em 1836, com a publicação de Suspiros poéticos e saudades, de Gonçalves de Magalhães (1811-1882), que escreveu esse livro após ter contato com o Romantismo na Europa. Ao chegar em terras brasileiras, o Romantismo teve como principal representante o poeta da primeira geração Gonçalves Dias (1823-1864), cuja obra foi marcada pela presença de símbolos nacionais, isto é, o índio e a floresta.

A fase ultrarromântica e byroniana portuguesa teve início em 1840 e foi influência para os ultrarromânticos brasileiros, como Álvares de Azevedo (1831-1852). A terceira fase do Romantismo português, hugoniana e pré-realista, iniciada em 1860, antecipou o pré-realismo brasileiro, a terceira geração romântica, cujo maior nome é Castro Alves (1847-1871). No entanto, o Poeta dos Escravos colocou, em sua poesia, elementos políticos nacionais, como o drama da escravidão no Brasil.

  • Do Realismo aos dias atuais

O Realismo-Naturalismo teve início, em Portugal, em 1865. Já no Brasil, em 1881. Inevitável foi, portanto, a influência de autores portugueses como Eça de Queirós (1845-1900), integrante da chamada “Geração de 70”. Destacou-se, no Brasil, Machado de Assis (1839-1908), que, em 1878, escreveu uma crítica desfavorável aos livros O primo Basílio (1878) e O crime do padre Amaro (1875), de Eça de Queirós. Essa crítica mostrava já uma atitude de independência em relação à literatura portuguesa.

E, por fim, no século XX, o Modernismo em Portugal começava em 1915, com a publicação da revista Orpheu, enquanto o Modernismo brasileiro, em 1922. Contudo, em seguida, as posições se inverteram, pois o Neorrealismo português foi inspirado pelo Neorrealismo brasileiro, a geração de 1930, que tem nomes como Graciliano Ramos (1892-1953) e Jorge Amado (1912-2001). Portanto, a partir daí, a literatura brasileira começou a se mostrar de fato independente.

Notas

|1| Essa cantiga foi extraída da base de dados do Projeto Littera.

|2| Essa cantiga foi extraída da base de dados do Projeto Littera.

|3| Interpretação de José de Nicola e Ulisses Infante.

|4| Montalvo era espanhol; no entanto, muitos pesquisadores defendem que a versão original do Amadis de Gaula era portuguesa.

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